Xbox 360

E ae Leitores do Site, Beleza ? Hoje vou falar um pouco do jogo Splinter Cell Conviction, Exclusivo para Xbox 360 E para PC.


Splinter Cell é uma série que trata de espionagem e os conflitos políticos e militares de diversos países contra os Estados Unidos. Quanto ao jogador, ele irá se posicionar no comando de Sam Fischer, um militar implacável e sem sentimentos que cumpre tarefas para a NSA, o serviço de segurança nacional dos Estados Unidos. Esse tema percorreu todos os títulos da série até o penúltimo lançamento, Splinter Cell Double Agent, onde Sam foi acometido por tragédias familiares e teve que cumprir uma missão como agente dulplo, infiltrando-se em uma organização terrorista.

Em Tom Clancy's Splinter Cell: Conviction, Sam Fischer teve sua honra, história e reputação roubadas e deve se disfarçar e arranjar modos nada convencionais para reestabelecer seu cargo de agente secreto ou, ao menos, ter sua vida de volta. Com isso, Conviction se passa durante o dia, ao contrário dos títulos anteriores, onde a furtividade de se esconder no escuro imperava. Sob a luz do dia, Sam vale-se de todos os modos possíveis que provem sua inocência; isso inclui se esconder no meio da multidão, usar objetos do cenário como defesa ou para se ocultar além é claro de improvisar de várias maneiras, já que seus equipamentos de última geração e armamentos especiais não estarão disponíveis.

Tecnicamente, o jogo se destaca pelos efeitos de luzes incomparáveis e um cenário bastante dinâmico, com várias pessoas interagindo de maneira inteligente. As texturas e o acabamento visual lembram bastante o título Assassin's Creed. Conviction é um título exclusivo para Xbox 360 e PC.

Por: Marcelo ( ADM )
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E Ae Galera, Beleza ? Aqui vem eu denovo, postando um pouco da história e uma análise do Famoso RESIDENT EVIL 5 !

Resident Evil 5 tinha um legado a manter e um nível de qualidade, no mínimo, a igualar em relação ao seu antecessor. O que fica certo com o novo Resident Evil é que esta série nunca mais vai ser a mesma, o que pode desagradar aos conservadores, mas a realidade é que num mundo onde as grandes franchises fazem por render a cada novo título o mesmo motor de jogo, apenas melhorando ou introduzindo novidades. Resident Evil 5 re-inventa o género que ajudou a criar, e traz a mensagem aos conservadores que a mudança que tantos pedem mas não querem, chegou aos survival-horrors.

Chegou finalmente a hora de voltar à história principal e perceber onde está a origem do vírus que ajudou a destruir Racoon City e o porquê das mutações diferentes causadas aos diversos povos que os heróis da série têm enfrentado até hoje. A acção passa então para uma zona da África subsariana de nome Kijuju, onde Chris, a personagem principal deste episódio, agora membro da BSAA (Bioterrorism Security Assessement Alliance) junta-se a uma colega da mesma organização de forma a impedir a troca de uma arma biológica.

Quando o jogo arranca pela primeira vez, podemos ver de imediato o trabalho realizado pela Capcom no departamento gráfico de Resident Evil 5. O grafismo e apresentação são sem dúvida do melhor que já se viu nesta geração. As personagens têm um detalhe físico excepcional, sendo que se nota que a captura de movimentos foi muito bem trabalhada. Os cenários estão igualmente muito detalhados e com pormenores soberbos, desde as casas degradadas, passando pelos interiores decadentes com os já clássicos cadáveres deixados estrategicamente de forma a deixar o jogador numa posição desconfortável em relação ao horror que vai enfrentar a seguir. Com grande destaque surgem também os novos e melhorados efeitos de luz que confere um ambiente tão ou ainda mais pesado que a escuridão dos antigos títulos.

No departamento da jogabilidade é que surge para alguns o grande calcanhar de Aquiles deste título. Tal como os vídeos mostravam e a demo deixou antever, não existe de facto “Run and Gun” (correr e disparar) neste jogo. Cada vez que fazemos mira, a personagem pára no sítio onde se encontra deixando-a livre para apontar. Se para alguns isto é um passo atrás, a verdade é que, no fundo, este sistema é um toque de génio. Resident Evil sempre foi um jogo que fez de tudo para causar uma sensação de desconforto ao jogador e o mesmo acontece em Resident Evil 5, a escolha entre disparar ou correr tem de ser bem medida e pensada estrategicamente, dando uma maior sensação de urgência e de pânico quando nos sentimos rodeados, o mesmo medo que a série sempre quis fazer o jogador sentir ao longo de cada novo título. Este sistema obriga a pensar de forma estratégica para nos dar hipótese de sobrevivência.

A jogabilidade sofre uma nova grande modificação com a adição da nova colega, Sheva acompanha Chris durante toda a aventura, servindo tanto de camarada de armas como exploradora de áreas inacessíveis, até de auxilio, quando a nossa vida é retirada por um qualquer golpe e precisamos de ser curados urgentemente. Jogar juntamente com as duas personagens abre um leque alargado de possibilidades,  é possível flanquear os habitantes de Kijujo, deixando-os confusos quanto ao alvo a escolher, ou no caso de uma das personagens ser agarrada em combate, a outra pode prestar auxílio dando um forte golpe de punho ou pontapé no inimigo (o golpe varia consoante o terreno ou o tipo de zombie). É possível trocar munições entre os colegas ou vida, novamente apanhada em forma de ervas como nos jogos anteriores, que se convertem agora automaticamente em spray de primeiros socorros, que curam ambas as personagens, quando usados em proximidade.

Mesmo com a diversão que Resident Evil 5 proporciona a nível do Single-Player, é em Multiplayer que este jogo brilha, quer através de duas pessoas na mesma consola com ecrã dividido ou pelo Online. Por muito boa que seja a Inteligência Artificial da colega, nada melhor do que partilhar a demanda com outra pessoa, sendo que o jogo permite percorrer toda a aventura em Multiplayer, e se tiverem com quem jogar, Resident Evil 5 torna-se ainda melhor.

A nível de áudio, podemos finalmente falar bem de Resident Evil, neste título não existem falas deprimentes e mal realizadas como nos primeiros jogos da série (As falas de Jill no primeiro Resident Evil são um clássico). As vozes estão muito boas e são coerentes, especialmente no caso de Chris e Sheva. Quando não há falas, há sempre os grunhidos dos zombies e o som das armas, que tal como as vozes estão bastante bons. O ponto mais fraco aqui vai mesmo para uma ou outra personagem mais fraca, como o caso de Ricardo Irving, um comerciante de armas, que tem a pior do voz do jogo, o que parece ser quase propositado tendo em conta a sua figura e frases ridículas, mesmo assim não é algo que seja perturbador.

Que mais pode ser dito sobre Resident Evil 5? Os gráficos são excelentes, a jogabilidade é muito boa e divertida, nunca fartando ao longo das quase 10 horas de jogo no modo história, que vão de certeza querer repetir. As Cutscenes são fantásticas e bem realizadas com, mais uma vez, a boa voz das personagens principais a complementarem o ambiente e por vezes somos presenteados com alucinantes sequências de perseguição a bordo de veículos. Para vos deixar ainda mais tempo imersos neste mundo existe o modo Mercenaries, desbloqueado após o fim do jogo, onde, tal como nos jogos anteriores, lutamos contra os zombies em áreas cronometradas com o objectivo de ganhar pontos, posteriormente colocados num ranking Online, não esquecendo que este modo também pode ser partilhado com um amigo em Co-op.

Resident Evil 5 é um jogo fenomenal. Não desilude e faz tudo aquilo que é pedido a todos os jogos, e cada vez há menos que o cumprem, ser uma experiência divertida, empolgante e recompensadora. Pode ser um choque para os mais puristas da série e para todos os fãs de jogos na terceira pessoa em constante movimento como Gears Of War, mas nenhum desses pequenos pormenores o impede de ser a todos os níveis (inclusive visual) um sério candidato a jogo do ano.

Excelente

Por: Marcelo ( ADM )

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E ae Galera, Tudo na Paz ? Hoje Estarei falando um pouco do jogo Iron Man 2, espero que gostem !



Está já provado que as adaptações vindas do cinema para os videojogos resultam de um fracasso óbvio, normal e que os jogadores já estão habituados. A desculpa é sempre a mesma, falta de tempo para produzir e a data de estreia no cinema tem sempre que coincidir com a do videojogo. Em Iron Man 2, o assunto parece ser diferente, mas o resultado final é medíocre, apesar do esforço notório por parte da produtora, pois as diferenças do seu antecessor serem algumas. Digo diferente, pois o enredo cinematográfico nada tem a ver com a do videojogo, assumindo uma história nova, independente e com alguma originalidade. A Sega tentou inovar no que diz respeito à versão de cinema e essa alteração faz com que os amantes de Iron Man, herói da Marvel Comics tenham experiências diferentes, pena são os aspectos técnicos deste título, em que apresenta gráficos datados, problemas de camera e uma jogabilidade pouco trabalhada.

Nesta sequela protagonizada pelo actor Robert Downey Jr, a acção começa com os acontecimentos do primeiro em que descobrimos como surgiu o Homem de Ferro. Pelas mãos dos terroristas e em pleno Afeganistão, Tony Stark, o protagonista da série, sofre uma tremenda explosão que atinge o seu coração. Através de um cientista chinês, Stark volta a sobreviver mas com um coração frágil dependendo sempre de uma bateria que sustenta o seu funcionamento. Depois de conseguir fugir do cativeiro com vida, o mesmo jurou que se iria vingar pelas suas próprias mãos, aproveitando o seu fato metálico e com tecnologia de ponta. Nesta segunda série, a sua identidade de Homem de Ferro é já pública e o governo dos Estados Unidas exigiu que Stark entregasse toda a sua revolucionária tecnologia em prol da defesa do seu país. No meio de tanto percalço nasce novos vilões como é o caso de Ivan Vanko, protagonizado pelo actor Mickey Rourke e que irá colocar o nosso herói entre a espada e a parede em muitos casos durante toda a acção. Prometo que irá ser mesmo um osso duro de roer.

Por: Marcelo ( ADM )
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Apesar de sua longa estrada e status de ícone pop, Batman, assim como outros personagens dos quadrinhos, nunca foi dos mais felizes no videogame. Para cada bom jogo outros péssimos surgiram e fazia tempo que o Cavaleiro das Trevas não dava as caras no mundo dos games como astro principal de um título de ponta. "Batman: Arkham Asylum" veio determinado a mudar isso e felizmente consegue. A aventura conta com uma ambientação envolvente e mecânicas que deixam o jogador realmente com a sensação de estar na pele do atormentado herói. Rebelião no asilo "Batman: Arkham Asylum" começa com o fim de mais uma caçada do herói que resultou na captura do arqui-rival Coringa. Desta vez a missão pareceu fácil demais e o herói desconfia que o palhaço tem algum trunfo na manga. Como não poderia deixar de ser, o plano do vilão logo entra em curso e, com a ajuda da Arlequina, ele consegue tomar o controle do sanatório Arkham para criminosos insanos de alta periculosidade. Cabe a Batman então se infiltrar pelo gigantesco complexo - que engloba seis grandes prédios repletos de laboratórios, masmorras e passagens secretas - e frustrar os planos dos criminosos, com direito a participações de outros ilustres bandidos dos quadrinhos como Bane, Hera Venenosa, Espantalho e o Crocodilo. Batman personifica o medo Embora a trama não seja das mais brilhantes, a caracterização e ambientação conseguem definir um clima espetacular ao jogo. "Batman: Arkham Asylum" é sombrio e adulto - o que inclui o uso sóbrio de violência, sensualidade e até alguns palavrões - e cativa justamente ao passar a sensação de controlar o Homem-Morcego em uma situação de crise bem próxima ao visto nos quadrinhos. Honra a essência do personagem e de seus mitos de forma nunca antes vista no videogame. É bom destacar logo que um ponto fundamental para este êxito está na excelente dublagem, que conta com a presença de alguns atores do desenho animado, como Kevin Conroy (Batman), Mark Hammil (Coringa) e Arleen Sorkin (Arlequina). Hammil aparece especialmente inspirado, com uma performance que se distancia da sua versão dos seriados juvenis da Warner e deixa transparecer ainda mais a insanidade e magnetismo do palhaço criminoso, em um trabalho tão memorável quanto o oscarizado esforço de Heath Ledger em "Batman - O Cavaleiro das Trevas". Se Ledger é o Coringa definitivo no cinema, Hammil mostra que é o definitivo em forma animada. Os gráficos não deixam a peteca cair, com designs imponentes de personagens e cenários, mesmo com uma certa liberdade artística que altera levemente o visual de algumas figuras para que todos pareçam mais musculosos. A imagem de Batman, só para citar uma, é extremamente bem cuidada, que mostra ferimentos ao longo da aventura e impressiona, entre outras coisas, pela movimentação realística da capa e sua ótima textura de visual emborrachado. Como o jogo é bastante escuro, alguns detalhes podem passar despercebidos, mas a iluminação garante um clima sombrio e assustador necessário para o sucesso da empreitada, entre morcegos voando e batarangs se espalhando pelo chão. É tudo tão bacana que fica difícil ficar incomodado com pequenos probleminhas, como erros de sincronia em diálogos, alguns bugs da inteligência artificial dos inimigos ou os serrilhados presentes na versão para Playstation 3. Três aspectos de jogo Harley Quinn é confusão em Arkham Em sua jornada pelos corredores perigosos de Arkham, o jogador deve dividir sua atenção entre três aspectos básicos. O primeiro é o sistema de combate que, de tão acessível, pode parecer simplório e bobo no início, mas logo se revela bem mais absorvente com a introdução de vilões armados, que requerem maior estratégia na abordagem. Batman pode golpear, contra-atacar, tontear e usar alguns movimentos especiais. Pressionar o botão de soco sem cuidado funciona muitas vezes, mas para extrair o melhor do combate - e ganhar mais pontos de experiência que garantem upgrades de equipamento - é essencial não interromper seus combos e mirar seus ataques com precisão e timing perfeitos. O segundo ponto na mecânica é a necessidade pontual de permanecer invisível. Batman ainda é um homem comum e, mesmo com sua roupa blindada, é capaz de morrer ao levar uma rajada certeira de tiros. Por isso se torna fundamental andar em silêncio, nas sombras, para abordar os capangas armados na base do susto. O jogo dá muita liberdade para o jogador planejar seu ataque e o herói pode, por exemplo, planar sobre os inimigos até acertá-los com um chute certeiro ou se pendurar em pontos altos do cenário para fisgar algum bandido com seu bat-gancho. Produtor mostra cenas de combate O terceiro é a exploração. "Batman: Arkham Asylum" funciona naquele esquema meio "Metroid" ou "Resident Evil" de bloquear passagens e fazer com que o jogador retorne só depois de conseguir algum item ou cumprir algum objetivo em outro lugar. Em vez de lidar com um inventário repleto de itens, o jogo explora o chamado Detective Mode, que muda a visão para um sensor que indica pontos vitais no cenário, como caixas de força e dutos de ventilação. Isto é especialmente interessante para coletar ícones escondidos e decifrar os enigmas do vilão Charada espalhados pelos cantos dos asilo, que apesar de atos opcionais, se tornam verdadeiras obsessões e aumentam consideravelmente a vida útil do game, além de abrir os Challenge Modes - modos extras com situações de combate que contam pontuação ligada a um ranking online. Por falar em extras, donos de Playstation 3 ganham um brinde interessante e exclusivo. Por download é possível baixar gratuitamente o Coringa para ser utilizado nos Challenge Modes. Não muda muita coisa e acaba por parecer uma maneira barata de compensar alguns probleminhas gráficos restritos à plataforma. CONSIDERAÇÕES Diante do retrospecto decepcionante de jogos estrelados pelo Homem-Morcego, "Batman: Arkham Asylum" surpreende. É o jogo definitivo do Cavaleiro das Trevas, que não só apresenta mecânicas e ambientação sólidas, mas também honra a complexa e intricada mitologia do herói. Com produção de primeira, é facilmente um dos jogos mais interessantes e envolventes do ano, seja você fã do personagem ou não. Gráficos: 10 Som: 10 História:9,5 Diversão:9,8 Dificuldade:8,7 Nota Final: 9,5 Ótimo !
Por:Marcelo ( ADM )




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